sexta-feira, outubro 03, 2008

Alta Tecnologia


fonte: http://heresmitta.ig.com.br/

segunda-feira, setembro 22, 2008

sexta-feira, setembro 12, 2008

Profissão Web Designer



Quarta-feira, 18/06/2008

Os computadores ocupam cada vez mais espaço na vida das pessoas. Sorte de quem tem jeito para trabalhar com eles. Saiba a função de um webdesigner.


fonte:http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM843080-7823-WEBDESIGN+E+BOA+OPORTUNIDADE+NO+MERCADO+DE+TRABALHO,00.html

sexta-feira, agosto 01, 2008

Ana "filhota" Papai Te Ama. Seja Bem-Vinda ao Mundo.

Receita Federal acaba com a declaração de isento

Laryssa Borges
Direto de Brasília

O supervisor nacional do Imposto de Renda, Joaquim Adir, anunciou nesta sexta-feira que a Receita Federal acabou com a declaração anual de isento para Imposto de Renda, permitindo que os contribuintes que recebem até R$ 15.764,28 por ano não prestem mais contas ao Fisco.

» Veja como entregar declaração atrasada

No entanto, para evitar fraudes de pessoas que querem se passar por isentos, a Receita estuda definir um limite de movimentação bancária a partir do qual todas as pessoas terão de encaminhar anualmente a declaração de Imposto de Renda Pessoa Física.

"Hoje temos novos mecanismos de identificação para as pessoas de interesse fiscal que deveriam estar entregando (a declaração anual de IR) e não o fazem", disse. "A Receita tem um universo muito grande de informações, muito maior e pode identificar as pessoas que deveriam entregar e não estão entregando", afirmou Adir.

"A declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física, a declaração de operações imobiliárias, as declarações fornecidas pelas administradoras de imóveis e cartão de crédito, tudo pode ser agregado. A intenção agora é agregar. Todos (esses métodos de fiscalização) estão em estudo. Pretendemos colocar (para pagar imposto) também quem tem operações financeiras altas", anunciou o supervisor.

A declaração anual de isento era obrigatória para todas as pessoas que não tivessem rendimentos suficientes para pagar o Imposto de Renda. Quem não o fizesse tinha o Cadastro de Pessoa Física (CPF) suspenso no primeiro ano e até cancelado se persistisse a irregularidade.

"Não haverá mais isento, mas continua a rotina de suspensão", explicou Joaquim Adir.

Atualmente, a Receita tem 38 milhões de CPFs suspensos e 10 milhões pendentes de regularização. A maior parte dos documentos cancelados é de pessoas já mortas e que a Receita ainda não as computou como tal. No caso dos "pendentes de regularização", mesmo com as novas regras o contribuinte terá de procurar as entidades conveniadas, como Correios, Caixa Econômica e Banco do Brasil e pagar uma taxa de R$ 5,50.

"O contribuinte que hoje é isento não tem que fazer mais nada (em relação a Imposto de Renda), exceto se estiver hoje com o CPF irregular. Só será passível de suspensão de CPF aquelas pessoas que atualmente fazem a declaração anual de IRPF", informou ele. "Vamos olhar quem estava obrigado a entregar e não entregou", explicou.

"O contribuinte que não tem rendimentos pode ficar tranqüilo. Ele só terá o CPF tornado irregular se a Receita verificar em algum cruzamento que ele não é isento como diz que é", informou Adir.

Pela nova sistemática da Receita Federal, os contribuintes poderão ter o CPF classificado nas seguintes categorias: regular, caso declarem anualmente o IR; pendentes de regularização (antigamente conhecido como suspenso); suspensos, em caso de erros de dados cadastrais; cancelado, em casos de óbito ou por decisão judicial; e nulo para situações de fraude.

"Teremos apenas o 'pendente de regularização' e isso ocorrerá após o processamento do ano. Quem teve movimentação financeira acima de X vai ser obrigado a entregar a declaração", explicou Adir. "A fiscalização vai continuar existindo", garantiu.

Redação Terra
fonte:http://invertia.terra.com.br/ir2008/interna/0,,OI3044136-EI11331,00.html

segunda-feira, julho 21, 2008

sexta-feira, maio 30, 2008

Vamos galera vamos votar !!!!
Download Day - Portuguese

segunda-feira, março 10, 2008

PASQUALE CIPRO NETO Sob, sobre, cujo, por que, porque, a nível de...
Na primeira fase de seu vestibular deste ano, a Fuvest pediu aos candidatos que preenchessem "de modo correto" as lacunas do seguinte enunciado: "A televisão tem de ser vista ....... um prisma crítico, principalmente as telenovelas, ....... audiência é significativa. Temos de procurar saber ....... elas prendem tanto os telespectadores".As opções eram estas: "a) a nível de / as quais a / por que; b) sobre / que / porquê; c) sob / cuja / por que; d) em nível de / cuja a / porque; e) sob / cuja a / porque".A Fuvest ressuscitou a velha e surrrada expressão "a nível de", que andou na moda durante um bom tempo -em bocas (mais em bocas do que em penas) de diversos calibres. Viveu-se um verdadeiro frenesi de "a nível de", que produziu pérolas como "O jogador sofreu uma contusão a nível de joelho", "Essa questão deve ser decidida a nível de diretoria" etc. (os dois exemplos são reais).Nessas duas frases, a expressão "a nível de" é tão útil quanto água em pó. Alguém saberia explicar o que pode ser uma contusão "a nível de joelho"? E o que é uma decisão "a nível de diretoria"? Existe decisão "a nível de diretoria" que não seja da própria diretoria? Antes que alguém pergunte, vamos lá: "O jogador sofreu uma contusão no joelho"; "Essa questão deve ser decidida pela diretoria". Simples, não?Vamos deixar os níveis para lá na primeira lacuna. O que se escolhe, então? "Sobre" ou "sob"? Fiquemos com a segunda preposição, que, como diz o "Houaiss", pode significar "com base em", "a partir de" ("A televisão tem de ser vista sob / com base em / a partir de um prisma crítico...").Na segunda lacuna, a banca colocou em discussão o emprego do pronome "cujo", que, para muita gente, está em via de extinção. Não é bem assim, em se tratando de linguagem culta formal, em que esse relativo está mais do que vivo. Na frase em questão, fala-se da audiência das novelas, da audiência que é delas, que elas têm. O pronome relativo "cujo" estabelece exatamente esse tipo de relação, por isso seu emprego no enunciado da Fuvest é adequado, desde que não seja seguido de artigo, isto é, desde que não se escreva ou diga "cuja a audiência".E a terceira lacuna? Vamos de "porque", "porquê" ou "por que"? Os mais afoitos podem achar que, por não haver ponto de interrogação no fim da frase, não cabe "por que". Cabe, sim, caro leitor.Em casos como esse, a opção por juntar ou separar não depende da presença ou da ausência de ponto de interrogação, mas da existência de uma forma interrogativa, direta ou indireta. Na frase em questão, embora não haja ponto de interrogação, há uma pergunta (indireta). É como se se dissesse o seguinte: "Por que as novelas prendem tanto os telespectadores? Temos de procurar saber (isso)". Vamos lá: "Temos de procurar saber por que ("por que razão", "por que motivo') elas prendem tanto os telespectadores".Certa vez, eu explicava a um colega de jornal esse bendito problema do "por que" separado em frases como a que vimos. Nada de convencê-lo. Ele só admitia "por que" em perguntas diretas (as que terminam com o ponto de interrogação). Sabe como o convenci? Com a língua inglesa. Quando lhe perguntei se ele usaria "why" ou "because" numa frase dessas... Heureca! Quando viu que usaria "why", ele se convenceu. É isso.
Pasquale Cipro Neto escreve nesta coluna às quintas-feiras E-mail - inculta@uol.com.br


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